
Clássico da infância, adolescência ou da vida de muitos. Inclusive da minha.
Quem nunca se sentiu um peixe fora d'água, em um lugar tão novo e diferente, com todas aquelas pessoas parecendo completamente lunáticas, assim como Edward?
Foi o primeiro papel de destaque de Johnny Depp e a primeiro filme de uma parceria com Tim Burton que de estende até hoje, ainda bem. Não cansamos de Depp + Burton, jamais. 6 filmes mais tarde e nada se desgastou. Continuam ousando com coisas novas, como o último filme, o musical “Sweeney Todd – O Barbeiro da Rua Fleet” (que deixo os comentários para depois, assistirei nos próximos dias).
Gosto dessas parcerias no cinema. Depp e Burton, Scorsese e DiCaprio, Scorsese e De Niro, etc. Gosto mais ainda quando elas tem uma evolução contínua, ou ao menos não perdem a qualidade com o passar dos anos.
Mas voltando ao “Edward”... Não me canso. É tão sensível. Fala e mostra muito bem como é a vida de alguém diferente, que se sente perdido em um mundo que não é o seu. Que se esforça para fazer parte de toda aquela nova vida que o cerca, mas não consegue. Ele erra, aprende, ama como todo mundo. Ele quer pertencer àquele lugar. Mas isso não parece ser suficiente. Então é preciso fazer escolhas, abdicar de coisas importantes, para que a vida siga seu curso, na mais perfeita ordem novamente.
Quem nunca se sentiu um peixe fora d'água, em um lugar tão novo e diferente, com todas aquelas pessoas parecendo completamente lunáticas, assim como Edward?
Foi o primeiro papel de destaque de Johnny Depp e a primeiro filme de uma parceria com Tim Burton que de estende até hoje, ainda bem. Não cansamos de Depp + Burton, jamais. 6 filmes mais tarde e nada se desgastou. Continuam ousando com coisas novas, como o último filme, o musical “Sweeney Todd – O Barbeiro da Rua Fleet” (que deixo os comentários para depois, assistirei nos próximos dias).
Gosto dessas parcerias no cinema. Depp e Burton, Scorsese e DiCaprio, Scorsese e De Niro, etc. Gosto mais ainda quando elas tem uma evolução contínua, ou ao menos não perdem a qualidade com o passar dos anos.
Mas voltando ao “Edward”... Não me canso. É tão sensível. Fala e mostra muito bem como é a vida de alguém diferente, que se sente perdido em um mundo que não é o seu. Que se esforça para fazer parte de toda aquela nova vida que o cerca, mas não consegue. Ele erra, aprende, ama como todo mundo. Ele quer pertencer àquele lugar. Mas isso não parece ser suficiente. Então é preciso fazer escolhas, abdicar de coisas importantes, para que a vida siga seu curso, na mais perfeita ordem novamente.
Gosto das cores do filme. A penumbra, o preto, roxo e azul fortes, presentes. Tudo tão característico do excêntrico Burton e também do diretor de fotografia Stefan Czapsky.
Gosto e não me canso.
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E 2008 continua levando pessoas queridas do cinema.
Aproveitando o post de hoje:
Rest In Peace, Anthony Minghella.
Um comentário:
Ainda surpreso com a morte do Anthony Minghella! Novo de certa forma, puxa.
Mas sim, o universo criado por Burton no Edward é, até hoje, intenso e lírico! é belo, é lindo, é magia...é mágico em sensibilidade! e o Depp é pura consequência dessa fantasia que perdura até hoje. Um belo filme, sem dúvida!
Beijão, Ro!
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